Jenny
correu para o quarto e John a seguiu. Logo estavam abraçados em cima dos lençóis.
Fechou os olhos e John sentiu seu velho
amigo se mover novamente... A mágica havia voltado.
De
repente John começou a sentir um hálito estranho. O lembrava biscoito de
cachorro. Mas por quê? Ah, meu Deus! Abriu seus olhos e viu Marley.
-
Cachorro mau! Não! Não! Vá para a sua cama.
Mas
era tarde de mais, a mágica se fora.
Na
manhã seguinte John marcou uma consulta para ter os testículos de Marley
removidos. Se ele não pudesse ter mais relações sexuais, Marley também não
poderia.
Ao
se aprontarem para sair, Marley começou a correr para cima e pra baixo. Não
importava para que lugar fosse, Marley adorava passear. John começou a se
sentir culpado.
John:
Vem cá, vai dar tudo certo. Sexo não é tão bom quanto dizem.
Mas
John sabia que estava mentindo, a quem queria enganar? Ele sabia que sexo é
incrível.
John
se sentiu péssimo quando assobiou para Marley ir até a porta.
Jenny
era quem dirigia. John resolveu abrir um pouco a janela. Marley se posicionou
sobre ele tentando farejar os odores. John resolveu abrir mais a janela afinal
seria o último passeio de Marley como um ser íntegro do gênero masculino.
Marley
estava gostando tanto que John resolveu abrir mais. Ele estava muito feliz.
Ao
entrar na Dixie Highway, disse a Jenny que se sentia mal com o que estavam a
ponto de fazer. Quanto ele viu Marley tinha posto suas patas dianteiras na
beirada do vidro da janela semi-aberta. E agora seu pescoço e a parte de cima
dos seus ombros estavam pendurados para fora do carro.
Jenny:
John, ele está me deixando nervosa.
John:
Ele está bem, só quer pegar um pouco de ar.
Antes
que John pudesse fazer qualquer coisa, Marley saltou do colo de John e
empurrou-se para fora do carro em movimento. Seu traseiro estava no ar e suas
patas dianteiras procurando apoio. Estava tentando fugir. Quando escorregou seu
corpo pra fora, John tentou agarrá-lo e puxou a ponta do seu rabo. Jenny estava
tentando diminuir a velocidade em meio ao trânsito pesado. Marley ficou
pendurado do lado de fora do carro, preso pelo rabo, de cabeça para baixo.
Marley tocava o asfalto com as patas da frente.
Jenny
conseguiu parar na pista da direita parando todos os carros atrás deles. Esses
carros buzinavam muito.
John:
E agora?
Ele
estava preso. John não conseguia puxá-lo para dentro do carro e nem abrir a
porta.
Jenny
ligou o pisca-pisca e deu a volta agarrando Marley e o segurando pela coleira
até John conseguir sair e ajudá-la a colocá-lo dentro do carro.
O
pequeno incidente tinha acontecido em frente ao posto de gasolina e quando
Jenny partiu com o carro, John olhou para trás e viu que os frentistas tinham
se juntado para ver o espetáculo. Eles riam muito.
John:
Obrigado, rapazes. Estamos muito felizes de termos entretido vocês!
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