sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Parte 24 - O nascimento de Conor


Um dia, ao se aproximar da 35ª semana, uma técnica de enfermagem bateu na porta de John e Jenny.
- Parabéns, você conseguiu. Está livre do repouso!
Ela tirou o cateter, desconectou a bomba de remédio, embalou o monitor fetal, e falou:
- Divirta-se!
Jenny levantou Patrick e rolou com Marley no quintal, desdobrou-se no trabalho doméstico. Naquela noite eles jantaram num restaurante indiano e assistiram a um espetáculo de comédia. Nessa mesma noite as contrações começaram, mas Jenny as ignorou. No outros dias eles almoçaram num restaurante grego. Quer dizer, antes dos pratos chegarem Jenny estava em trabalho de parto. Correram para casa, quando Sandy estava esperando para levar Patrick e ficar de olho me Marley. John apanhou a sua mala do hospital.
Quando chegaram à maternidade, Jenny estava com 7 centímetros de dilatação. Menos de uma hora depois, John segurava seu filho recém-nascido. Jenny contou todos os dedinhos dele.
Doutor Sherman: Ele é perfeito!
O nome do filho de Jenny era Conor.
Eles mal tiveram tempo de aproveitar a suíte de luxo do hospital.
John e Jenny sabiam que o nascimento do seu bebê seria uma grande notícia, mas não a ponto de levar a mídia local até o hospital. John podia ver debaixo da janela uma bateria de carros de televisão estacionados e repórteres.
John: Amor, os paparazzi vieram para te fotografar.
Uma enfermeira disse:
- Donald Trump está no saguão da entrada!
Jenny: Donald Trump? Ele vai ter um bebê?
John ligou a televisão e descobriu que Donald e Maria eram os pais da menina Tiffany. 
Jenny: Temos de convidá-los para brincar juntos.

Na manhã seguinte foi a vez de Jenny, John e Conor voltarem pra casa. La fora do hospital não havia repórteres, nem carros de televisão, mas Jenny falou:
- Conor Richard, você é tão especial como Tiffany Trump!

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Parte 23 - Saindo da rotina


Jenny: John, acorde! Acho que o bebê vai nascer!
John: O quê?
Jenny: Eu estou tento contrações muito fortes, chame o doutor Sherman.
Mas ela ainda estava na vigésima primeira semana, se o bebê nascesse ele não teria chances de sobrevivência.
John: Espero que não seja nada sério!
John ligou para o Sherman, e ele disse para levar Jenny para o hospital imediatamente.
John: Desculpe Marley, você tem que ficar.
John prendeu Patrick no assento do carro sem o acordar e os três foram para o hospital.
Na unidade de terapia neonatal intensiva do Hospital de Santa Maria as enfermeiras começaram a trabalhar rápido. Colocaram uma camisola em Jenny, ligaram-na num monitor que media as contrações e os batimentos cardíacos do bebê. Ela estava tendo contrações a cada seis minutos.
- Seu bebê está fazendo força pra nascer. Vamos fazer de tudo para que ele não saia agora.
Pelo telefone doutor Sherman pediu para perguntar se ela tinha dilatação. Ela tinha dilatação de um centímetro.
Doutor Sherman deu ordem para que pusessem nela uma sonda intravenosa com solução fisiológica e uma injeção de Bethine. As contrações cederam, mas voltaram depois de duas horas. Foi feita uma segunda e uma terceira aplicação.
Jenny ficou hospitalizada pelos 12 dias seguintes. John tirou um período de férias. Nesses dias a rotina mudou muito, as anteriormente banidas Leis do Solteiro entraram em vigor novamente.
Quando Jenny perguntou se estavam bem, John respondeu:
- Estamos todos bem, não é companheiro?
Patrick: Dada! Fannnn!
Ela não se deixou enganar, numa visita ela perguntou:
- Em nome de Deus, o que fez com o Patrick?
John: O que quer dizer? Você está bem, né?
Patrick: Dada! Fannnn!
Jenny: A roupa dele. Seu tonto. Você colocou o macacão dele de cabeça pra baixo!
Só então John reparou...
John: Essa é a sua opinião.
Mas o jogo terminara. A doce, querida e amável tia Anita, enfermeira aposentada, que vivia do outro lado do estado, apareceu por encanto, de malas na mão. As leis de solteiro estavam banidas.
Quando os médicos deram alta para Jenny, fizeram recomendações. Ela teria que ficar a maior parte do tempo possível na cama, tomar uma rápida ducha de chuveiro por dia, só poderia se levantar para ir ao banheiro. Não cozinhar, não trocar fraldas, não pegar a correspondência do lado de fora, não levantar nada pesado.
Essa ordem acabou com ela. O objetivo dela era manter o bebê sem nascer por doze semanas, quando completaria 35 meses.
Tia Anita resolveu ficar até o fim.
Uma técnica de enfermagem foi até a casa deles e inseriu um cateter na coxa de Jenny. O ligou a uma pequena bomba acionada por uma bateria amarrada à perna de Jenny, que ministrava um fluxo contínuo de drogas inibidoras de parto em sua corrente sanguínea. Como se não bastasse, conectou Jenny a um sistema de monitoração que parecia um instrumento de tortura. John correu até a livraria e gastou uma nota em livros e revistas. Jenny terminou de ler tudo em três dias.
John riscava todos os dias no calendário para ajudá-lo há marcar o tempo.
Faltando um mês de repouso, tia Anita fez as malas e se mandou.
John fazia o que podia para manter tudo sobre controle. Acordava de manhã para dar banho e vestir Patrick, dar-lhe seu cereal e purê de cenoura, levar Marley para dar uma volta a pé. Depois deixava Patrick na casa de Sandy e ia trabalhar. Voltava para casa na hora do almoço e preparava comida para Jenny. Depois levava para ela a correspondência. Jogava varetas para Marley, arrumava a casa. Pegava Patrick no final da tarde. Depois que Patrick dormia, John fazia compras no supermercado.
Ele acabou abandonando seu diário e a última anotação que fez foi “A vida está muito complicada agora”.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Parte 22 - Um grito na noite


Depois do jornal das 11 da noite, John deixou Marley fazer pipi. Olhou para Patrick. Apagou as luzes e se deitou ao lado de Jenny. Marley esborrachou-se no chão ao lado de John. John estava começando a dormir, quando ouvir um som agudo.
- Ahh!
Marley também, ele congelou ao lado da cama. Depois ouviram de novo. O grito de uma mulher, alto e claro.
John: Venha, rapaz.
Jenny: Não vá lá fora. Chame a polícia.
John: Eu vou tomar cuidado.
Segurando Marley pela ponta do enforcador, saiu na varanda de entrada. De shorts. Ele viu alguém fugindo em direção ao mar. John ouviu de novo um grito. Ele só ouvia esses gritos em filmes de terror. Outras luzes de varandas começavam a acender. Dois rapazes irromperam a rua em direção ao grito só de regata e cueca. Um deles falou:
- Vá acudir a moça, ela foi esfaqueada.
O outro falou:
- Vamos atrás do cara.
A vizinha de John também entrou na perseguição. Barry tinha o perseguido de carro. John soltou a coleira de Marley e correu em direção aos gritos. Ele encontrou sua vizinha de 17 anos, chorando convulsivamente, dobrada ao meio. Sob suas mãos John pôde ver uma imensa mancha de sangue. Era uma garota bonita. Magra, de cabelo loiro-claro.
- Ele disse para eu não gritar, se não me esfaqueava. Mas eu gritei, e ele me esfaqueou.
Ela levantou a blusa para mostrar a ferida em sua caixa torácica.
- Eu estava sentada no carro com o rádio ligado. Ele saiu do nada.
John a deitou no asfalto e a colocou sobre seu colo. Ela lutava para manter os olhos abertos.
- Ele colocou a mão na minha boca e disse para eu não gritar.
- Você fez o que devia, o espantou. Você vai ficar bem.
Sua pele ficava acinzentada. Somente depois foi se lembrar de Marley. Quando olhou para frente, ele estava a 3 metros, numa posição de ataque que nunca tinha visto antes. Percebeu nesse momento que Jenny tinha razão quando dizia que Marley lutaria até a morte com um assaltante.
John: Estou com você. A polícia tá chegando, aguenta firme.
Antes de fechar os olhos ela falou: “Meu nome é Lisa”
John: E eu sou John. Você está segura Lisa.
Um policial veio subindo à calçada.
John assobiou para Marley e disse:
- Ele é do bem.
Jenny encontrou John na porta e ficaram juntos observando o que acontecia na rua. Um helicóptero de polícia passou por cima deles. Os vizinhos de John que tinham ido atrás do bandido disseram que não chegaram a vê-lo de longe. Jenny e John acabaram voltando pra cama.
John: Você teria ficado orgulhosa de ver Marley.
Jenny: Eu disse.
John: Você se comportou muito bem, Marley. Você fez por merecer sua ração.
No final, o jornal não citou quase nada. Não falou de John, dos vizinhos que haviam perseguido o assaltante.
A faca perfurou o pulmão de Lisa, e ela passou cinco dias hospitalizada.
Enquanto John lavava os carros na calçada em um sábado, ele olhou para frente e viu Lisa. Ela sorriu.
Lisa: Lembra de mim?
John: Vamos ver... Você é familiar. Você não estava em pé na minha frente no show de Tom Petty e não queria se sentar?
Ela riu.
John: Você está bem?
Lisa: Quase normal.
John: Você parece ótima.
Lisa: Que noite aquela!
John: Que noite! Fico feliz que tenha vindo me ver.
Lisa: Eu também fico.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Parte 21 - Marley e Patrick, os amigos de infância


Mais tarde, enquanto Jenny enfrentava contrações fortíssimas John saiu da sala para se juntar com outros homens que esperavam no corredor.
Logo estavam sorrindo de forma solidária, mesmo John falando inglês e os outros falando espanhol.
Ali que John descobriu que nos Estados Unidos da América anestesia é luxo. 4 horas depois um anestesiologista espetou uma longa agulha junto à espinha dorsal de Jenny e colocou-lhe uma sonda intravenosa. Logo Jenny estava anestesiada cintura abaixo e estava se sentindo melhor.
Já as mães mexicanas tinham que suportar o trabalho de parto até o fim sem anestesia..
As horas se passavam. Mas depois saiu do corredor com uma pequena bola de rúgbi embrulhada. Ergueu seu filho para os seus novos amigos e exclamou:
- Es el niño!
Os outros pais sorriram e ergueram o polegar.
O nome dele seria Patrick!
Uma enfermeira entrou na sala de John e Jenny e disse que havia uma suíte disponível.
Jenny se sentou numa cadeira de rodas colocou o bebê no colo e saiu junto com John.
Nos dias que antecederam a chegada do bebê, John levou lençóis ou qualquer outra coisa dele para Marley cheirar.
Mas logo que o bebê chegou eles descobriram que o problema deles não seria deixá-lo longe de Marley. O problema seria mantê-lo longe do cesto de fraldas.
À medida que o tempo passada Marley aceitava Patrick como seu novo amigo de infância. Certa noite John encontrou Marley e Patrick deitados na mesma cama.
Quando Patrick começou a engatinhar, Marley ficava deitado no chão e deixava o bebê escalá-lo, puxar suas orelhas, cobrir seus olhos.
Mesmo assim, algumas pessoas não confiavam em Marley e o viam como uma besta selvagem, feroz e imprevisível.
Jenny e John estabeleceram uma rotina. De noite Jenny se levantava a cada três ou quatro horas para alimentar Patrick. Às seis da manhã, John o dava mamadeira. Às vezes John ouvia o rádio e via o céu amanhecendo. Depois de ver Patrick arrotar, John chamava Marley e os três iam passear. John e Jenny compraram um carrinho de bebê especial com três rodas que os permitia levar Patrick para qualquer lugar. Quando chegavam a casa Jenny já teria feito o café. Colocavam Patrick no seu cadeirão e serviam os cereais para ele, Marley imediatamente os comia. Patrick descobriu que se deixasse o cereal cair no seu colo Marley iria cutucar a barriga dele procurando o alimento, fazendo-o gargalhar.
A vida estava boa. No mês de novembro o jornal de John o promoveu ao invejável cargo de colunista. Poderia escrever o que quisesse, três vezes por semana.
Quando Patrick completou nove meses logo Jenny começou a perguntar quando teriam mais outro bebê.
John: Meu Deus. Eu não sei. Acho que deveria parar de tomar anticoncepcionais e ver o que acontece.
Jenny: Ah, o novo método de planejamento familiar.
John: Funcionou pela primeira vez.
Jenny: Vamos imaginar seis meses para ficar grávida, e nove meses para o nascimento. Daria uns dois anos de diferença entre eles.
Parecia bom para John.
Uma semana depois, Jenny estava grávida.

domingo, 25 de dezembro de 2011

Parte 20 - A ala dos *indigentes


John e Jenny fizeram uma reserva por valor extra de uma suíte de luxo no Hospital de Santa Maria em West Palm Beach.
Quando chegou o dia do nascimento e Jenny chegou ao hospital souberam que havia um problema. Todas as suítes da maternidade estavam tomadas. Quando chegaram à ala da maternidade souberam que lá todos os quartos também haviam sido tomados.
John: Vocês sugerem que coloquemos uma cama no estacionamento?
A enfermeira sorriu e disse:
- Nós vamos achar um lugar.
Depois de uns telefonemas a enfermeira mandou John e Jenny irem até o fim do corredor e atravessar algumas portas. Eles se viram numa réplica da ala da maternidade. As pacientes não eram endinheiradas e elegantes. John e Jenny ouviram as enfermeiras conversarem com as pacientes em espanhol. Dava pra escutar uma mulher que estava tendo um filho gritando “Mi madre”. Jenny estava pálida.
Mas lá haviam os mais sofisticados equipamentos e as mais bem-treinadas enfermeiras do hospital. Porque lá as mulheres geralmente não tem acesso ao pré-natal.
A enfermeira os conduziu a um cubículo minúsculo, que tinha cama, cadeira e bancada com monitores eletrônicos. Ela deu para Jenny uma camisola do hospital.
Doutor Sherman: Não se deixem enganar pelas paredes limpas!
Ele os explicou que as enfermeiras são bem-treinadas, enquanto a bolsa de Jenny rompia.
Logo o doutor Sherman desapareceu.
*Indigente = sem recurso

sábado, 24 de dezembro de 2011

Parte 19 - O resgate do colar



John: Ponha-o pra fora, Marley!
Mas não adiantou.
Marley tinha ganhado a batalha, mas John e Jenny sabiam que ganhariam a guerra. O que entrava tinha que sair pelo outro lado.
Essa corrente era de ouro maciço e custou uma grana preta, John estava disposto a procurá-la em todos os excrementos de Marley.
Então John preparou para Marley uma bacia gigante de mangas supermaduras. Por três dias John seguiu Marley toda vez que ele ia fazer suas necessidades.
No quarto dia, ele foi recompensado. John levantou o último monte deixado por Marley, e começou a revirá-lo e jogar água. Nada, estava a ponto de desistir. Até que viu algo esquisito, John jogou um jato de água sobre ele. Era o colar, com um brilho forte e cintilante. Eureca! Jenny ficou radiante ao vê-lo de volta. O colar brilhava mais do que antes.
John: Puxa a vida, deveríamos abrir uma loja de limpeza de jóias.
Jenny: Iríamos ganhar uma fortuna!
John: Sim senhoras, nosso processo secreto não está disponível em nenhum lugar! O exclusivo método Marley dará a elas um brilho ofuscante!
Jenny: Você pode fazer sucesso John.
Ela levou o presente de aniversário para desinfetar.

Parte 18 - Marley e o misterioso sumiço do colar


Jenny ligou para John no escritório. Tinha acabado de voltar de uma consulta com o doutor Sherman.
Jenny: A sorte dos irlandeses. Vamos começar tudo novamente.
Essa gravidez foi diferente. Manteram o maior segredo possível. A não ser pelos enfermeiros e enfermeiras de Jenny. Jenny tomava suco de uva no copo de vinho para não levantar suspeitas. Trancaram todos os limpadores químicos e os pesticidas. Eles usaram vinagre para dissolver a saliva de Marley e ácido bórico para manter Marley e seus lençóis sem pulgas.
Jenny se levantava toda manhã e levava Marley para uma caminhada rápida. Ela passava o dia todo vomitando, só que ela superava todo ataque de enjôo como uma indicação de que o ser dentro dela estava se desenvolvendo.
Dessa vez ele estava se desenvolvendo mesmo, Essie pegou a fita de vídeo de John e gravou as primeiras imagens do bebê. Podiam ouvir seu coração bater.
Doutor Sherman: Jenny, por que você está chorando? Deveria estar feliz.
Essie bateu nele com a prancheta da mão e disse:
- Vá embora e deixe-a em paz.
John se tornou amigo do atendente do mercadinho 24 horas, porque comprava sorvete, maçãs, aipo ou chiclete em sabores que nem sabia que existiam.

Jenny: Não vamos ter nada para colocar nos pés do bebê ao sairmos da maternidade.
Não importava que ainda faltassem 4 meses para o bebê nascer. Que a temperatura seria de “gélidas” 36 graus Célsius. Não importava que o bebê estaria embrulhado das cabeças aos pés, com o cobertor.
John: Jenny, seja razoável, são oito horas da noite de domingo.
Jenny: Precisamos de meias.
John: Temos várias semanas pela frente.
Jenny: Veja esses dedinhos pequenininhos.
Não adiantou, John teve que comprar resmungando meias minúsculas.

Marley adorava mangas e suas fezes começaram a mudar. Logo o quintal de John e Jenny estava cheio de cocôs moles e coloridos. A vantagem era que eles chamavam atenção e era quase impossível pisar em um. E ele também comia de outras coisas, de tudo, canetas, pentes. Ele vomitava com muita regularidade.

Para o aniversário de Jenny, John comprou um colar de ouro de 18 quilates. Ela colocou imediatamente. Mas umas horas mais tarde ela colocou a mão no pescoço e gritou:
- Meu colar sumiu!
- Não entre em pânico, deve estar aqui em algum lugar.
Começaram a vasculhar tudo, mas John percebeu que Marley estava mais agitado que o normal. “Ah não”. John pensou.
Jenny: O que é isso pendurado na boca do Marley?
John: Droga!
Jenny: Não se mexa rápido.
John: O.k. rapaz, está tudo bem. Queremos apenas o colar.
Jenny: Devagar Marley.
Marley parecia estar pensando:
- Deixem 200 biscoitos de cachorro no supermercado ou nunca mais verão seu precioso colarzinho.
John: Solte Marley.
Já sabiam o que fazer. Jenny seguraria a parte de trás de Marley para ele não fugir e John abriria sua mandíbula.
John: Quando eu contar até 3.
Jenny: Ele está engolindo o colar!
John colocou sua mão toda dentro da garganta de Marley.
John: Tarde demais.