Em
casa:
-Ninguém
nos expulsa do centro de adestramento, Marley. Vamos ver quem é não-adestrável!
Vamos conseguir Marley?
Marley
se sacudiu.
-Não
consigo ouvir você. Vamos conseguir?
Marley
late.
-Assim
está melhor.
Primeiro
John ensinou os comandos para sentar e para deitar, depois tentou ensiná-lo a
vir sob comando. Marley conseguiu isso, mas quando pode voltar acabou
derrubando John.
Jenny
olhou pela janela e disse “Vou sair pra trabalhar, quando terminarem o que estão
fazendo fechem as janelas. Deve chover.”
Quando
John chegou em casa Jenny estava na porta da casa e parecia aborrecida.
Jenny:
Olhe a garagem.
John
abriu a porta da garagem e viu Marley deitado no tapete com expressão abatida.
Logo John viu que o focinho e as patas dianteiras de Marley não estavam bem.
Estavam escurecidas por causa do sangue coagulado. Mas quando olhou para os
outros lados, ficou de queixo caído. A garagem estava destroçada. As
passadeiras rasgadas, as paredes de concreto todas arranhadas, a tábua de
passar roupa virada para o chão, lascas de madeiras espalhadas. A porta por
onde John passou parecia ter sido atacada por uma talhadeira. E as paredes
estavam cobertas de sangue onde Marley havia machucado as patas e o focinho.
John:
Nossa!
Jenny:
Quando voltei para almoçar estava tudo bem, mas vi que estava ameaçando chover.
Depois
que ela voltou para o trabalho começou uma tempestade de raios e trovões muito
forte. Quando voltou duas horas mais tarde Marley estava babando em pavor, em
meio aos destroços da sua desesperada tentativa de fuga.
Quando
terminaram de comer, Jenny e John foram até a garagem onde Marley agarrou um
brinquedo de morder, querendo brincar de cabo de guerra. John o segurou firme
enquanto Jenny limpava o sangue de seu pelo. Jogaram fora os tapetes e a tábua
de passar, recolheram as lascas de madeira, limparam o sangue das paredes. E
fizeram uma lista de materiais que iriam precisar da loja de ferramentas.
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